Em Socorro! Eu Preciso me Conhecer!, o autor utiliza metáforas náuticas e reflexões sobre fé para guiar o leitor rumo à compreensão de si mesmo.

O autoconhecimento é uma jornada essencial para desvendar nossos propósitos e compreender a vida. Em seu livro Socorro! Eu Preciso me Conhecer!, Luiz Guilherme Monteiro, graduado em Ciências Náuticas, convida os leitores a navegar por três portos metafóricos que exploram origem, propósito e comportamento.
Nesta entrevista exclusiva, Monteiro compartilha suas motivações, fala sobre a influência de sua carreira marítima na obra e reflete sobre a conexão entre fé e autodescoberta.

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O que o motivou a escrever Socorro! Eu Preciso me Conhecer! e compartilhar sua jornada rumo ao autoconhecimento?
Alexandre Ribas, no livro Manual Definitivo DISC, diz: “A vida é uma viagem ao encontro de quem nascemos para ser”. Tendo isso em mente, tive como motivação compartilhar a minha própria viagem em busca do autoconhecimento, criando um roteiro inédito que levasse o leitor a ter um olhar transcendente como ponto de partida para se conhecer, apresentando os conceitos sobre o Designer Inteligente e sobre a Teoria Comportamental DISC.
Como a sua experiência em Ciências Náuticas influenciou a metáfora da navegação e dos “portos” para descrever os estágios do autoconhecimento?
Tenho uma paixão por navios, barcos e o mar. Assim, minha experiência no mar como oficial da Marinha Mercante me inspirou a trazer para o livro essa pegada náutica, levando o leitor a navegar por três portos, parafraseando os capítulos.
Você aborda o conceito de um “Designer Inteligente” como o Criador do universo. Como essa perspectiva molda a busca pelo propósito pessoal?
Alexis Carrel, em seu livro O Homem, Esse Desconhecido, defende a ideia de que nós nunca nos conhecemos o suficiente. Diante dessa reflexão, apresento o conceito sobre alguém que nos conhece muito bem: o Designer Inteligente! Muitos o chamam de Deus, o Criador, descrito na Bíblia Sagrada. É observando esse manual do fabricante que o leitor encontrará respostas sobre suas indagações existenciais e sobre a razão de sua existência. Tendo conhecido o propósito divino para sua vida, essa perspectiva será útil para moldar os demais propósitos pessoais.
Pode nos explicar como a Teoria Comportamental DISC ajuda na compreensão dos diferentes tipos de comportamento?
DISC é uma linguagem universal do comportamento humano observável. É sobre o como agimos nos relacionamentos interpessoais. É um poderoso instrumento para aumentar a eficácia de nossa comunicação. Como Bill J. Bonnstetter disse: “Para entender nossos relacionamentos com as pessoas, precisamos primeiro entender a nós mesmos.”
A linguagem DISC classifica as pessoas em quatro fatores: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade. Cada fator reflete diferentes motivações, e a combinação deles leva a um determinado comportamento observável.
Qual a importância de distinguir entre o comportamento natural e o comportamento adaptado no processo de autoconhecimento?
É por meio do comportamento que agimos diante de situações e pessoas. O comportamento natural (inato) é aquele que realmente somos. Já o comportamento adaptado é aquele que temos que desempenhar para sermos aceitos. A importância de identificar o seu comportamento natural ajudará você a moldar o seu comportamento adaptado de acordo com as suas pretensões.
Como a fé e a espiritualidade se conectam com a jornada de autocompreensão apresentada no livro?
Somos seres espirituais em corpos físicos com a missão de tornar este mundo melhor. Ao compreendermos que, quanto melhor conhecermos o nosso Criador, melhor nos conheceremos, pois fomos “criados à imagem e à semelhança de Deus” (Gênesis 1.26).
Que impacto espera causar nos leitores com a mensagem de que o propósito da vida não está em si mesmo, mas em quem os “desenhou”?
Espero levar o leitor a refletir que existe um padrão de existência mais elevado, menos egoísta e humanista. Quanto mais conhecermos o Designer Inteligente que nos desenhou, mais sentido e propósito terá a nossa vida. O sábio Salomão tentou viver para o seu próprio prazer e concluiu, no final da vida, que a única vida que vale a pena viver é aquela em obediência a Deus (Eclesiastes 12.13-14).
O livro está estruturado como uma conversa. Por que escolheu esse formato para dialogar com o público?
O roteiro escolhido apresenta uma quebra de paradigma. Escolhi um jeito leve e curioso para provocar a curiosidade do leitor a olhar primeiro para Deus para se conhecer melhor.
Já tem planos para futuros projetos ou outros livros que aprofundem o tema do autoconhecimento e desenvolvimento pessoal?
Essa é a pergunta que não quer calar. Pode ser nessa linha como também pode ser um tema bem diferente. Foi um prazer conversar com você!
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